Comece pela porta
A de sobrepor é parafusada na face da porta e trabalha junto com a fechadura que já existe. Instala em uma hora, sem marceneiro, e sai inteira se você mudar de casa.
A de embutir substitui a fechadura da porta: exige furar e às vezes alargar o encaixe. Em troca, traz digital, maçaneta e mais formas de abrir.
Nos dois casos, meça a espessura da porta. Cada modelo aceita uma faixa, e a ficha de cada um aqui diz qual.
Senha, tag, digital ou app
Senha é o básico e serve para todos. Tag é um chaveiro ou cartão que abre por aproximação: bom para criança, pessoa idosa e quem ajuda em casa. Digital dispensa lembrar de qualquer coisa. O app deixa abrir de longe e mandar senha para visita.
A FR 201 V lidera porque junta senha e tag numa de sobrepor, a mais fácil de instalar. Quem quer digital vai para a FR 221 V; quem quer abrir pelo celular sem comprar mais nada, para a Elsys Clássica.
Pilha acabou: e agora?
Toda fechadura avisa quando a pilha está fraca. Se ela acabar mesmo assim, há uma saída por fora: entrada USB-C para um carregador portátil, contatos para uma bateria de 9 V, ou chave mecânica. Prefira USB-C, que você já tem em casa.
Fechadura digital é segura?
As desta lista travam com lingueta de metal, como uma fechadura comum, e disparam alarme quando alguém força ou erra a senha várias vezes. A segurança da porta depende também da própria porta e do batente.
Quanto tempo dura a pilha?
A maioria das Intelbras declara um ano com dez aberturas por dia. Modelos com Wi-Fi gastam mais: a Elsys Clássica declara seis meses.
Precisa de internet?
Só para as funções do app. Senha, tag e digital funcionam sem internet e sem energia elétrica.